Ps! no título me referia somente a "Barbixas" e não a Barbixas.com.br, quem vai fazer jus a um ponto com? nhááá!
HUawhuaw, começo esta postagem rindo, aliás isso tenho feito desde que assisti o primeiro vídeo dos caras no site www.comunidadedocafezinho.com.br/. Creeedo, minha net tah lenta pra carai hoje e estou desde as 23horas olhando os vídeos e se vcs repararem olha hora que terminei a postagem... (não aparece, mas terminei ela eram 2:03 !) Mas não vou contar nada, só vou instigar a curiosidade de vocês, afinal se não assistirem vão perder o que de melhor vi a um bom tempo no quisito humor nos últimos tempos da minha pacata vidinha de "trabalho, pra casa ...de casa pro trabalho, apesar de me defrontar quase que diariamente com Jorge Estrada, o Mestre do Trocadalho, este vocês podem ouvir na Rádio caxias Am 930 das 5:30 da manhã em diante, um show de bom humor e alto astral pra começar o dia bem informado - Os caras são feras mesmo! Assistão aí Gentem! E Por favor, tá certo que minha mãe nem sabe que tenho esse blog, e mesmo que soubesse escrever ela não ia comentar, mas Deixa um recado aí! =)
Acessem tbm o site da galera do Bar Bixa, ops barbixas.com.br é o convívio com o Estrada, "trocadalhos"...
Aiw, foram 3 dicas pra furar o mal humor e encher os buracos de boas risadas! Agora se mexe fiii!
Mundo moderno, marco malévolo, mesclando mentiras,modificando maneiras, mascarando maracutáias, majestosomanicômio. Meu monólogo, mostra mentiras, mazelas, misérias,massacres, miscigenação, morticínio maior, maldade mundial.Madrugada... matuto magro, macrocéfalo, mastiga média morna,monta matumbo malhado, munido machado, martelo... mochila mucha,margeia mata maior. Manhãzinha move moinho moendo macaxeira,mandioca. Meio dia mata marreco... manjar melhorzinho.Meia noite mima mulherzinha mimosa, Maria morena, momentomaravilha, motivação mútua mas monocórdia, mesmice. Muitosmigram mascilentos, maltrapilhos, morarão modestamente: malocasmetropolitanas; mocambos miseráveis, menos moral, menosmantimentos, mais menosprezo. Metade morre... mundo maligno,misturando mendigos maltratados... menores metralhados, militares mandões,meretrizes marafonas, mocinhas, mera meninas... mariposas,mortificando-se moralmente, modestas moças maculadas,mercenárias mulheres marcadas... mundo medíocre.Milionários montam mansões magníficas, melhor mármore, mobíliamirabolante, máxima megalomania, mordomo, Mercedes, motorista,mãos magnatas manobrando milhões mas maioria morre minguando.Moradia meia-água, menos, marquise. Mundo maluco, máquina mortífera,mundo moderno melhore, melhore mais, melhore muito, melhore mesmo.Merecemos... maldito mundo moderno, mundinho merda.
Este vai fazer falta quando partir! com sua idade avançada, empilhando sabedoria e esbanjando saber Chico é um mestre do humorismo e demonstra que não só neste ramo, mas em tantos outros onde perfeição é a palavra mais próxima para descrever o que a capacidade de criação deste ser foi capaz de chegar. ~~ Descubram mais sobre chico entrando no Site: chicoanysio.com ~~ Não demore de mais para descobrir que a vida foi feita pra ser vivida mas com intensidade total!
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Se você é uma pessoa nascida há pouco mais de 30 anos, talvez não se lembre da inesquecível canção de abertura deste seriado brasileiro, considerado pioneiro no cinema nacional, tampouco possa se lembrar dos personagens Inspetor Carlos e seu cão Lobo, que juntos combatiam o crime nas estradas brasileiras. Se ainda tiver duvidas pergunte aos seus pais e avós sobre as aventuras do Vigilante Rodoviário e você terá uma resposta rápida, carregada de boas lembranças do início da era de ouro do cinema e TV brasileiro, quando um filme que iniciou-se sem muitos propósitos tornou-se em pouco tempo uma febre entre os brasileiros do início da década de 1960.
O seriado Vigilante Rodoviário foi ao ar pela extinta TV Tupi, no ano de 1961 e, em pouco tempo tornou-se sucesso de publico retratando a rotina de trabalho dos patrulheiros rodoviários naquela época. O ator Carlos Miranda, que encarnou o personagem com mesmo nome, se envolveu de tamanha forma no contexto rodoviário que, em 1970, ingressou na Polícia Militar Rodoviária e hoje é coronel aposentado da PMESP. Foram 38 episódios inesquecíveis em que o protagonista e seu cão Lobo sem envolviam em diversas ocorrências, tendo como cenário principal, a Rodovia Anhanguera.
Primórdios de Vigilante Rodoviário Para contarmos a história do surgimento de Vigilante Rodoviário, temos que contar um pouco a história de seu criador, Ary Fernandes. O cineasta Ary Fernandes iniciou sua carreira no cinema na década de 1950, trabalhando como auxilar de produção de filmes como “O Canto do Mar” e “A Mulher de Verdade”. Logo tornava-se assistente do diretor Carlos Hugo Chritensen, nos filmes “Mãos Sangrentas” e “Leonora dos Sete Mares”.
Foi nesta época que Ary Fernandes iniciava a concepção de um herói 100% nacional, uma resposta aos enlatados estrangeiros que invadiam o imaginário brasileiro com personagens do cinema e dos quadrinhos. Ary Fernandes começava então a conceber este novo herói e, sua maior admiração estava retratada nos patrulheiros rodoviários da época, em virtude do fato do cineasta viajar com frequência e devido a isto, manter um estreito contato com os policiais que trabalhavam nas estradas. Sua admiração pelos patrulheiros foi gerada pela forma educada, porém firme, em que estes policiais tratavam os motoristas, motivo que levava orgulho do povo paulista à sua corporação. E Ary Fernandes tornava-se um fã da Polícia Rodoviária de São Paulo.
Com esta concepção, nascia na alma de Ary Fernandes o Vigilante Rodoviário. A idéia do nome “Vigilante” se devia ao fato de Ary Fernandes transmitir a sensação do patrulheiro sempre alerta, não só imbuído da idéia de multar, mas sempre pronto para ajudar os motoristas nas estradas. Com a idéia inicial na cabeça, Ary Fernandes tratou de escrever os primeiros episódios de seu projeto. Após levar seu projeto ao produtor e amigo Alfredo Palácios, que viabilizou e concretizou a produção, cineasta e produtor conseguiram uma importante parceria com a multinacional Nestlé, que patrocinou toda produção, acreditou no trabalho sério da dupla e deu o pontapé inicial para o surgimento de o “Vigilante Rodoviário”.
Uma das características mais marcantes do seriado foi dar espaço aos novos talentos da dramaturgia brasileira, e entre estes nomes destacamos Ary Fontoura, Stênio Garcia, Rosamaria Murtinho, Fulvio Stefanini, Juca Chaves, Tony Campelo, Luis Guilherme, entre tantos atores. Alguns destes novos talentos na época tornaram-se grandes nomes do cinema e TV brasileiro.
A exibição do piloto foi cercada de expectativas e uma certa desconfiança em virtude da falta de experiência do cineasta. Alguns críticos acreditavam ser muita pretensão de um jovem em criar a primeira série para a TV e cinema de um herói brasileiro. Naquela época apenas três países produziam filmes em série e na América Latina, nenhum país se aventurou a produzir um trabalho do porte em que Ary Fernandes concebeu. Ao término da exibição do piloto, todos os presentes ficaram impressionados com a qualidade do trabalho e se renderam ao talento de Ary Fernandes.
Carlos Miranda: de protagonista à patrulheiro Os primeiros trabalhos para as filmagens de “Vigilante Rodoviário” foram marcados pela incessante procura de Ary Fernandes pelo ator que melhor encarnasse o protagonista da série. O próprio cineasta relata a história no site oficial do Vigilante Rodoviário. O cineasta não encontrava o ator ideal para seu personagem. Certo dia, já bastante cansado de procurar e testar atores para o papel, Ary Fernandes descansava em sua casa quando foi interpelado por sua esposa Ignez, que lhe disse: “Você já testou o Carlinhos?”. O Carlinhos em que sua esposa se referia era Carlos Miranda, seu assistente técnico na época. No dia seguinte, Ary Fernandes observou atentamente Carlos Miranda, seu porte atlético e sua voz firme. Pediu-lhe que vestisse o fardamento do personagem. Carlos Miranda vestiu o fardamento que, apesar de ficar justo em seu corpo atlético, lhe caiu muito bem. Com os olhos fixos em Carlos Miranda, o cineasta levantou-se e lhe disse: “Acabo de encontrar o Vigilante Rodoviário”. A partir de então Carlos Miranda tornou-se o protagonista da série “Vigilante Rodoviário”.
Carlos Miranda nasceu em 1933, no bairro da Moóca, capital de São Paulo. Ainda jovem trabalhava como técnico de cinema e apenas um curso de teatro amador no currículo. Após sua indicação como protagonista da série, Carlos Miranda iniciou um curso intensivo de policiamento rodoviário afim de melhor encarnar a rotina de um patrulheiro. Iniciou o curso na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, que durou seis meses onde Carlos Miranda aprendeu noções sobre trânsito além de aprender jiu-jitsu. Para este curso, Carlos Miranda nada recebeu. O grande diferencial na escolha de Carlos Miranda estava em seu sorriso simpático e sua boa comunicação, além é claro, de seu porte atlético dando respaldo à imagem do protagonista.
O ator protagonizou os 38 filmes da série, que era exibida pela TV Tupi. Após o encerramento dos trabalhos, ocorrido principalmente por uma série de medidas do então presidente Jânio Quadros que inviabilizaram qualquer produção nacional, Carlos Miranda resolveu tomar outro rumo radical em sua carreira. Ele resolveu transformar sua arte em vida. Cursou a Academia de Polícia e alguns anos depois, tornou-se policial rodoviário estadual. Atualmente, Carlos Miranda é Tenente Coronel da reserva da Polícia Militar do estado de São Paulo.
Mesmo após vários anos do encerramento das filmagens e já executando suas novas funções como verdadeiro policial rodoviário, Carlos Miranda era intensamente assediado ao longo das estradas em que trabalhava. Diversos fãs paravam seus veículos afim de tirar uma foto ao lado do ídolo. Estas manifestações de carinho faziam encher de orgulho o ator que soube, melhor que qualquer outro artista, encarnar a imagem do patrulheiro rodoviário.
Atualmente, Carlos Miranda participa de feiras e eventos trajado com o uniforme da época das filmagens e a bordo de seu Simca Chambord, revivendo a era de ouro da TV brasileira e marcando de saudosismo e orgulho as lembranças dos fãs. Seu legado hoje se traduz em um fã clube que pode ser considerado um dos maiores do gênero no Brasil, mesmo após 40 anos do fim da série. Carlos Miranda é pai de cinco filhos e quatro netos e mora atualmente na cidade de São Caetano do Sul, na região do ABCD paulista.
O fiel cão Lobo e as máquinas de Vigilante Rodoviário Além do personagem marcante do Inspetor Carlos, a série Vigilante Rodoviário também trouxe a participação de um fiel escudeiro: um cão sem raça definida, que se assemelhava à um pastor alemão, chamado Lobo. O nome verdadeiro do cão era King e foi escolhido afim de não manter um personagem solitário em suas aventuras pelas estradas. King tinha cinco anos na época das filmagens e seu proprietário, Luís Afonso, era um soldado da extinta Força Publica paulista.
O talentoso cão, como o protagonista, encarnou tão bem seu papel que tornou-se um personagem marcante na série. Com a intensidade das gravações, em pouco tempo o cão King tornava-se familiarizado com a equipe de técnicos e atores, chegando ao ponto recusar-se à voltar para a própria casa. O banco dianteiro do Simca Chambord era considerado cadeira cativa do cão forçando a quem quisesse viajar a bordo do veículo, que viajasse no banco traseiro. Alguns anos depois do fim da série o cão King acabou falecendo. Sua morte causou grande pesar em todos que conviveram com o animal, desde o diretor Ary Fernandes até o ator Carlos Miranda.
Outra grande sacada do seriado estava nas máquinas em que o personagem utilizava para combater o crime e patrulhar as estradas. Foram utilizadas uma motocicleta Harley Davidson e um automóvel Simca Chambord. Quanto à motocicleta, foi uma escolha apropriada em virtude da imagem de robustez e velocidade que cercavam a marca Harley Davidson. A escolha do Simca Chambord parece ser feita apenas pela presença marcante, pois o veículo não era considerado um dos mais velozes e potentes da época. Mas mesmo por sua falta de “agressividade”, os Simca, pintados à caráter em preto e amarelo, incorporaram bem o cenário de Vigilante Rodoviário. A presença destes automóveis no seriado ajudou a alavancar as vendas da marca no Brasil.
O legado do Vigilante Rodoviário O seriado Vigilante Rodoviário foi ao ar até meados de 1965, devido ao encerramento do patrocínio da Nestlé e as medidas governamentais do então presidente Jânio Quadros, que taxaram em até 400% os impostos para produtos importados. Estas medidas encareceram os equipamentos utilizados e inviabilizaram a continuidade da série. O Vigilante Rodoviário era exibido em São Paulo, na TV Tupi, sempre às quartas-feiras, às 20 horas, após o Reporter Esso. No Rio de Janeiro, a série era exibida às quintas-feiras, em horário nobre.
Mesmo após o encerramento da produção, o seriado ainda foi exibido pela TV Tupi, TV Cultura e TV Globo. Os índices de audiência eram considerados elevados para uma série reprisada, alcançando números impressionantes de fãs, mesmo com o fim da série. A última exibição que se tem notícia foi realizada pela TV Globo, em 1976. Em 1978, houve uma tentativa de reeditar a era de ouro do seriado, com a utilização de um novo ator, Marcelo Fronzar. O novo filme foi rodado em Atibaia, mas não obteve o mesmo retorno do seriado original, que em sua época áurea ganhou importantes troféus, como o Roquete Pinto como melhor filme de televisão. O seriado Vigilante Rodoviário tornou-se um marco na produção de cinema e TV no Brasil, na década de 1960. Milhares de brasileiros lembram com orgulho de seu primeiro herói genuinamente nacional. Mesmo com a chegada da série CHIP´s, na década de 1980 (veja em Matérias Especiais), Vigilante Rodoviário apenas manteve seu lugar no coração de fãs que viam no personagem a materialização do policial rodoviário. Este reconhecimento de concretizou com a visita do ator Lary Wilcox ao Brasil e seu encontro com Carlos Miranda, onde duas gerações de artistas souberam encarnar a rotina e bravura dos policiais rodoviários ajudando na construção da imagem romântica que cerca a polícia rodoviária no Brasil. Vigilante Rodoviário e CHIP´s representavam a arte personificando a vida. Era o reconhecimento do cinema aos heróis anônimos espalhados pelas estradas do Brasil e do mundo.
Episódios eram:
1) Os 5 Valentes 2) O Recruta 3) Bola de meia 4) O Ventríloquo 5) Extorsão 6) Jogo decisivo 7) Pânico no Ring 8) Zuní, o Potrinho 9) A Orquídea glacial 10) Remédios falsificados 11) Os Romeiros 12) A Repórter 13) Diamante gran Mongol 14) O Fugitivo 15) Aventura em Ouro Preto 16) Chantagem 17) O Homem do Realejo 18) A Eleição 19) A Pedreira
20) O Pagador 21) O Sócio (O Aventureiro) 22)A aventura do Tuca 23) O Invento 24) Terras de ninguém 25) O rapto do Juca 26) Aventura em vila Velha 27) Pombo-correio 28) Ladrões de automóveis 29)O Suspeito 30) O Garimpo 31) A fórmula de gás 32) Café marcado 33) O assalto 34) O Mágico 35) Mapa histórico 36) O Mordomo 37) A história do Lobo 38) Mistério do Embú (Tesouro do Embú).
Veja mais sobre em : http://www.vigilanterodoviario.com/ <~Site oficial!
Hino do VIGILANTE RODOVIÁRIO
(Ary Fernandes)
De noite ou de dia, firme no volante, vai pela rodovia, bravo Vigilante!
Guardando toda estrada, forte e confiante, é o nosso camarada, bravo Vigilante!
O seu olhar amigo, é um farol que avisa do perigo, audaz e temerário, prá agir a todo instante, da estrada é o Vigilante,
Sinopse: Um dia cinco crianças são raptadas da Terra e levadas aos confins do Universo. E após vinte anos...Os cinco jovens raptados eram Din, Dan, Goh, Sarah e Lu. Eles foram seqüestrados por caçadores espaciais todos a serviço do Monarca La-Deus e de seu braço direito Dr. Kefler, que tentam incansavelmente dominar toda e qualquer forma de vida através de suas experiências de mutação sintetizada. Cada uma das crianças cresceu em um dos cinco diferentes planetas que compõem o Sistema Solar de Flash, ganhando habilidades especiais que eles usam para combater Mez, a organização cujos caçadores alienígenas tinham capturado-os no passado. Os Flashman retornam a seu mundo natal, a Terra, à procura de seus verdadeiros pais embora tenham que trabalhar em um período de tempo limitado. Eles não podem ficar na Terra por mais de um ano, ou sofrerão do efeito Anti-Flash (uma espécie de rejeição a que a Terra os sujeita, por terem sido criados no planeta Flash).
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Dados dos Arquivos: Tamanho: 100 Mb Aproximadamente Formato: AVI Idioma: Português
SINOPSE: Hikari Sentai Maskman (Os defensores da Luz - Maskman, como ficou conhecido no Brasil) é um seriado Super Sentai produzido entre 28 de fevereiro de 1987 e 20 de fevereiro de 1988 pela Toei Company e exibido no Brasil na extinta Rede Manchete a partir de 1991.Tudo começa com Sanjuurou Sugata, estudioso dos poderes da mente. Ele descobre a existência do Império Subterrâneo Tube, uma força maligna que quer dominar a Terra, o qual localiza-se nos subterrâneos do Japão...
Sinopse: A história gira em torno de um mercenário que é encarregado de traficar uma jovem da Rússia ao Canadá. Ele acaba descobrindo que a garota foi manipulada geneticamente com um vírus sintético letal a toda a humanidade. Quem acompanhará o ator na jornada é a atriz Michelle Yeoh , que vive uma freira que cuida da garota.
Título Original: Babylon A.D. Gênero: Aventura Ano de Lançamento: 2008 Qualidade: Ts Formato: Avi Áudio: Inglês Legenda: Português Tamanho: 742 mb Legenda: Download
Os Thundercats não nasceram em Thundera, como você deve imaginar... nem nos Estados Unidos e nem tampouco no Japão. Eles são ingleses, de 1983 e seus desenhos começaram a ser transmitidos em 85.
A série dos Thundercats começou a ser exibida no Brasil pela rede globo em 1986. Inicialmente o seriado era exibido apenas nos domingos num horário entre 10 e 11 horas da manhã. Assim que começou a ser apresentada, a saga dos guerreiros felinos alcançou um gigantesco sucesso fazendo com que a rede globo exibisse dois episódios por semana ao invés de um. Pouco depois o desenho passou a ser diário sendo exibido na sessão aventura e depois no programa show da Xuxa. Desde 1986 que os Thundercats conquistam cada vez mais os corações dos fãs brasileiros .
Sinopse:Os Thundercats, tentam escapar de seu planeta a beira da destruição, mas em seu caminho, sua nave foi atacada e eles caem na Terra, onde inimigos se formam e querem destruí-los.
Sinopse: Dr. House é das séries mais aclamadas até ao momento. Iniciou-se em 2004 nos EUA ,pelas mãos do criador David Shore e começou por ser transmitida na Fox.
House, personagem principal da série, é um médico conceituado pelo Estado de New Jersey especialista em infectologista e nefrologista, destacando-se essencialmente pelos seus diagnósticos, pelo seu cepticismo e pelo seu mau-humor.
Normalmente as séries começam num local aberto, onde alguém começa por mostrar sistomas de alguma doença, acabando por mais tarde se dirigir ao hospital moderno de Princeton-Plasbor, local onde House e a sua equipa trabalham diariamente.
Assim que os pacientes dão entrada no hospital para começarem a ser analisados House e sua equipa preparam o tal diagnóstico diferencial, onde essencialmente tentam chegar a uma conclusão, acerca da doença de cada paciente, colocando os sintomas no celébre quadro branco. House, tem necessidade de chegar sempre a um diagnóstico concreto o máximo verdadeiro possível nem que para isso chame ao doentes mentirosos, usando uma das suas frases já bem conhecidas. “Toda a gente mente” ou “Todo mundo mente” .
Os momentos de Dr. House são normalmente caracterizados, pelos desentendimentos com Dr. Foreman, as conversas com o Dr. Wilson, o uso da sua bengala, devido a um operação mal efectuada e ainda pelo afastamente entre os pacientes, por achar que descenessário o diálogo entre o médico e o paciente.
Outras informações : Hugh Laurie, eleito o médico mais sexy da televisão pela “TV Guide”, conquistou em 2007 o Globo de Ouro na categoria “melhor ator em série dramática”. No currículo, constam ainda outros prêmios, como SAG - Sattelite Awards, Television, Critics Association Awards e indicação ao Emmy Awards em 2005.
Participam na séries os seguintes actores:
Dr. Gregory House , Dr. Lisa Cuddy , Dr. Eric Foreman , Dr. James Wilson , Dr. Allison Cameron ,Dr. Robert Chase
Em 1967, o mago dos efeitos visuais japonês Eiji Tsuburaya levou para as telas de TV do Japão um dos seus projetos mais criativos a audaciosos: a série Ultra Seven.
Dan Moroboshi, interpretado pelo ator Koji Moritsugu, veio para a Terra partindo do planeta Ultra, situado na Nebulosa M-78, para impedir uma sequência de invasões espaciais de alienígenas e monstros exploradores.
A carga dramática da série até hoje é o diferencial de todos os seriados da família Ultra, que começou em 1966 com Ultraman. Em seus 49 episódios, Ultra Seven fica incapacitado de usar seus poderes, tem um amor platônico pela sua companheira de trabalho Anne, é analisado por alienígenas e crucificado e mostrado ao povo da Terra como troféu da dominação, derrubando o mitos dos heróis invencíveis criados pela linhagem de quadrinhos americana.
O gênero de séries tokusatsu, ou traduzindo “filmes de efeitos especiais”, que envolvem o live-action de batalhas com monstros, foi criado pelo próprio Eiji Tsuburaya no filme Godzilla de 1954, em que atuou como produtor de efeitos.
A narrativa da invasão dos monstros na cultura pop japonesa remete diretamente as ameaças do ocidente durante a segunda guerra mundial. Sempre existia um inimigo pronto para invadir o Japão e o seu povo teria de se unir para o enfrentar as ameaças. Godzilla é fruto deste imaginário, que foi transferido depois para as séries de TV.